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Saltos sem altos

Saltos sem altos

Quarentena - #dia cento e vinte e quatro mil duzentos e oitenta e seis

23.03.20, Ana sem saltos
(atualizando stock de vitamina D)   Não é esse o dia, mas parece, e eu até tenho a sorte de viver no campo o que torna a quarentena bem mais suportável. Isto para vos dizer que estou viva e de saúde, capaz de jurar que não toco em atum até junho 2045; os meus filhos, surpreendentemente, até estão a gostar disto, o que significa que qualquer coisa estamos a fazer bem. (tá tranquilo, tá favorável)   As coisas não são perfeitas como tantas vezes queremos fazer parecer, mas (...)

Positivismo em tempos de crise

17.03.20, Ana sem saltos
Acordemos o blogue, que de quarentena já basto eu. Falemos do inefalado, tema único e exclusivo, jamais debatidos por estas redes fora, prova magnificente de uma autonomia de espírito BRUTAL: corona vírus. (saudades tuas, portador de voz magnífica <3)   Estamos todos (ou quase todos) fechados em casa a fritar a pipoca com os contadores das notícias, os miúdos em modo #fucktherules #whosthebossnow, os empregos em risco, o medo, esse grande senhor da vida (que também os há) a (...)

Envelhecer

14.11.19, Ana sem saltos
Pronunciar este verbo é tipo Voldemort no filme do Harry Potter, não se pode dizer, é o "you know who" da existência moderna.  (eu envelheço, tu envelheces, ele envelhece, REPITAM COMIGO) Não sei bem o que se passa, mas parece que - tirando eu - as pessoas não envelhecem! Valha-me nossa senhora dos glúteos empedernidos, e as boazonas a sambarem-nos na tromba do alto dos seus quase cinquenta anos nuns mega corpaços, em que não há rugas, nem cabelos brancos, nem fonix de erro nenhum? (...)

Foco, fé, e foª§#-se - Trilogia do F

11.11.19, Ana sem saltos
*Disclaimer: este post contem palavras não apropriadas a menores de idade. Não obstante, o conteúdo é elixir da mais pura sabedoria.   Tenho a certeza absoluta que todos nós já passamos por fases menos boas na vida. Não estou a dar novidade nenhuma, a tristeza, quer queiramos, quer não, é um elemento que tende a aparecer, e às vezes de forma totalmente inusitada, quando menos esperamos. O primeiro grande erro que me tenho dado conta nesta longuíssima jornada de vida é não (...)

Voltar

04.11.19, Ana sem saltos
Estava aqui mergulhada em memórias, descobri que faz hoje 9 anos que assinamos a escritura da nossa casa, eu pançuda do primeiro rebento, toda cheia de esperança, expectativa e carnes,  ainda sem saber do turbilhão que estava prestes a rebentar e a fazer-me crescer mais um bocadinho. Com isto mergulhei também nas fotografias deste fim de semana, benzadeus, sou uma sortuda de todo o tamanho. É tão engraçado ver os meus bebés virarem rapazolas, observar o companheirismo deles com o (...)

Greta e o bestialismo online

27.09.19, Ana sem saltos
Uma pessoa está décadas sem escrever até se ver obrigada a debitar prosa sobre a polémica tão afamada dos últimos tempos. Que a miúda sueca tem o seu ar kreepy, tem. Que existirão interesses de adultos por de trás da criança que nos ralha, também não tenho muitas duvidas, o meu lado naife já conheceu melhores dias. Que o seu discurso é inflamado e derrotista, ali a roçar o dramático, o que, por mais que eu goste de um bom drama, pode diminuir a sua eficácia, ora isso (...)

O desafio de educar (III)

06.08.19, Ana sem saltos
Lá venho eu em modo materno, mas todos os dias me surpreendo um bocadinho mais com esta coisa da maternidade, qualquer dia expludo de surpresa. Os meus filhos têm uma diferença de três anos de idade. Isto fez com que nos primeiros tempos tivéssemos uma criança e um bebé, depois passaram a ser duas crianças, e se numa primeira fase - aquela em que o foco é garantir-lhes a sobrevivência e sorrisos - eram tratados de forma idêntica, subitamente acontece uma coisa. Eles começam a (...)

Coisas que me alegram

02.08.19, Ana sem saltos
Seria perfeito estarmos sempre alegres, mas convenhamos, a vida é um palco, que é, mas nem sempre queremos ser palhaços. E a alegria/ euforia, palhaçadas à parte, é um estado momentâneo, ao contrário da felicidade, que não é estado porra nenhuma, é MOTE. Podemos perfeitamente estar tristes na felicidade e alegres na infelicidade. (Pensem nisto) Acho que estar vivo, para além de ser o contrário de estar morto, é isto mesmo: um amontoado de antagonias e bipolaridades. (...)

Post para mulheres

31.07.19, Ana sem saltos
Debandada masculina, pf, que se vai falar de TPM.   Nós mulheres, e feminismos à parte, devíamos ser glorificadas assim ao nível do divino, com hinos e tudo porque, caramba, esta condição que não se escolhe tem imenso que se lhe diga. TPM é o clímax da dor de alma feminina. Não falo só o desconforto físico, isso é penuts, lembremo-nos que damos à luz, produzimos VIDA nas entranhas, ok? Estou a falar da moinha sentimental que, segundo consta, não atinge a todas. A natureza (...)

Viver o agora

25.07.19, Ana sem saltos
Já repararam na dificuldade MONUMENTAL que existe no simples ato de viver o agora? Falácia grotesca esta, ora vejamos, que hipótese temos nós se não habitar no presente? A questão é que muitas vezes o presente passa todo morninho, porque ficamos algures lá atrás a marinar e remarinar o já vivido, todos ahhhh dantes é que era! E vai na volta, quando o dantes era agora nem o estávamos a viver com todo o esplendor, se calhar enfiados num outro qualquer antes, antes desse antes. ( (...)