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Saltos sem altos

Saltos sem altos

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28.04.16, Ana sem saltos

À espera daquela luz para vos mostrar a pornografia de branco que se passa lá por casa.

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Aproveitamos o final do dia para gastar energias às crianças. Entrada em casa só permitida para banho e jantar.

 

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Perdoem-me a ausência...

27.04.16, Ana sem saltos

Mas esteve difícil a vida, sabem?

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Como já vos tinha contado, sexta-feira partimos com criançada rumo ao alentejo profundo. O primeiro objetivo era fugirmos para uma pintura geral da casa (tema para outro post).

Juntamos o útil ao agradável e voilá: férias em família, só eu e mis machos (casal amigo que viria connosco ficou com uma das crias doentes em vésperas de partirmos), num fim de semana de passeata e sol campestre para tirar verdetes deste tão doloroso inverno. 

Resultado... Comecemos pela melhor parte:

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Foi chegar, andar em estrada de terra no meio do mato durante 10m (ainda bem que fomos de jipe), passar por umas vacas, e lá está a casinha. Berrar eufórica "Meninos, chegamos!!!!" (foram uns heróis durante a viagem de 3 horas depois da escola e sem adormecerem).

- OH MÃE? VAMOS FICAR AQUI? MAS NÃO IAMOS PARA UM CASTELO?????? 

Nota nº 1) ser bastante preciso quando contamos coisas aos nossos filhos. Ir para Castelo de Vide não é ir para um castelo, é ir para uma terra chamada castelo. de vide.

 

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Para os miúdos foi espetacular. Muito ar puro, banhos no rio, passeios em vilas históricas, boleimas quentinhas, e ainda conseguiram dar festinhas a leitões (vivos).

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 (vou só ali comprar tabaco e volto já)

 

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Para nós foi óptimo. Estão a ver aqueles fins de semana em que as pessoas pagam brutalidades para se instalarem num hotel e terem um PT raivoso a berrar-lhes de manhã para fazerem agachamentos e corridas e abdominais? Ora passar um fim de semana com o meu mais novo, fora do seu ambiente e em casas não preparadas para crianças é isso. Vezes três mil. A custo ZERO! Portanto vida saudável com exercício: check :)

 

Ora mas claro que nem tudo são rosas. Drama a destacar das férias: 

Depois de passeio pelo marvão, muitas subidas e escaladas em rochas, crianças cansadas e vagamente embirrentas, paramos no pingo doce para mantimentos. Traz pacote de arroz, apanha pequeno que cai dentro do cesto do pão, escolhe maçãs, segura em estante que pequeno quase derruba, corre atrás de pequeno antes que mande dentadas em cebolas e pelo caminho traz garrafa de vinho.

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 (pfff... eu cá sou mãe!)

 

Saimos já com pressa, e a caminho de casa dou pela falta do xanax do pequeno: um coelho de pano, imundo e ranhoso que ele esfrega no nariz para se acalmar desde os 2 meses de vida (depois de esfregar no chão, no nosso cão, nas paredes).

Voltamos desesperados ao Pingo Doce, saio em voo do carro e pergunto à senhora da limpeza. "Que sim, pousei-o agora mesmo aq... olhe.... alguém o deve ter levado, tinha acabado de o pôr aqui..." 

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(COMOASSIMLEVADO, um trapo velho, sujo e imundo, O COELHO DO MEU FILHO PARA DORMIIIIIIIIIIIRRRRRRRRRRRRRRR)

E voltamos às noites de antigamente, com despertares noturnos a cada hora, apesar do ursinho de pano que já lhe comprei.

 

Temos portanto o seguinte resumo do fim de semana:

- Crianças felizes e queimadas pelo sol

- Adultos felizes e queimados pelo sol e ainda altamente tonificados de toda uma aula de shbam que é criá-los e alimentá-los e salvá-los e lavá-los e deitá-los

- Casa nova sem bolores, sem cogumelos, e altamente branca e limpa e imaculada, e estou feliz para caraças!

 

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(tudo o que o sol alcança é o nosso reino filho)

Voltei de lá!

26.04.16, Ana sem saltos

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(um cucu do marvão é sempre um cucu do marvão)

 

Vocès desculpem-me, mas entre a viagem, a estadia sem ABSOLUTAMENTE REDE NENHUMA (com todas as maravilhas e inconvenientes que isso representa), e o regresso a uma casa cogumelos free, só agora pude aqui passar. Amanhã mais detalhes! :)

 

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(mas o que é bom sempre acaba, já os coisos diziam...) 

 

 

In fact, I do feel the RIP

22.04.16, Ana sem saltos

Então falece-nos assim, aos 57 anos (CINQUENTA E SETE? COMO ASSIM CINQUENTA E SETE era capaz de jurar que o homem tinha 30 - e eu 10............... odeio o efeito tempo) , o senhor da chuva púrpura. Isto é que tem sido uma enxovalhada brutal nos ícones daquilo que, na sua altura, ainda era uma cena ousada: ser diferente.

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(O lado "Elisabeth Queen I'm going to get married and I'M THE BRIDE" de Prince.)

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 (não ver para melhor ouvir)

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(ou então ver até à alma com terceiro olho incluído - chakras, chakras amigos)

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(os... nem sei por onde começar, o gajo era de facto diferente) 

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(and so on and on and on)

 

Agora vou demonstrar como sou charlie e super a favor da liberdade de expressão.

Não gosto da música de Prince.

Pronto já disse.

Não gostar não é não reconhecer o seu mérito enquanto artista. Não gostar é uma cena meramente pessoal, é como não gostar de cenoura cozida, saltos em cunha ou de correr. É capaz de ser uma espécie de complexo da minha geração que renega estas batidas cabeludas e vagamente guichadas dos anos 80.

 

Quando o Michael Jackson morreu, lembro-me de ser um OHHHHHHHHHHHHHHHHHHH mundial e eu ficar tipo, yah, pronto ok, era original, mas o gajo era esquisito, gemia imenso, tinha complexos com a sua cor e ainda corriam rumores de pedófilia. Não entendi nem senti o impeto de RIP's aquando da sua morte.

Até descobrir o poder das músicas dele em acalmar os meus filhos (Juro. Não há ruca que bata o grande jackson a dançar, ficam os dois vidrados a olhar para a televisão).

Começou com a "earth song" (essa música lembro-me de adorar quando saiu). E depois descobri todo um mundo maravilhoso nos video clipes daquele homem, que, benzadeus, o que era aquilo? O homem dançava, o homem (antes de lhe começar a cair o nariz e ficar mais branco que cal) tinha uma pinta descomunal, o homem era B-R-U-T-A-L!!!!

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 (eu, a chorar a morte de Michael Jackson, 7 anos depois)

 

Na volta acontece-me o mesmo com o Prince...

 

Queridos, queria mudar a casa

21.04.16, Ana sem saltos

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 (a última vez que estive no alentejo profundo. aquele mini bebé já diz fodaxe)

 

Ora este fim de semana, família sem saltos parte rumo ao campo, mas aquele campo que é de facto longe, e tem vacas e cabras e lareira aberta e javalis. (E um bambi. Juro que já lá vi um bambi).

A ideia de irmos passar o fim de semana fora com os miúdos, amigos do peito, e suas miúdas (vai ser o regabof da criançada) surgiu por vário motivos.

1) Saudades daquele alentejo longínquo

2) Saudades daquela casinha verdadeiramente campestre e que até há bem pouco tempo nem eletricidade tinha (o meu lado hippie, já vos falei dele)

3) Vontade de zarpar daqui e carregar no off daquela rotina lixada que todos temos

4) VAMOS ASSASSINAR TODOS OS COGUMELOS QUE FLORESCEM NAS PAREDES DE MINHA CASA.

 

Vai ser um adeus ao bolor que, vos garanto, não deixará pingo de saudade. (#desvantagensdemorarnocampo) Ora prevendo já o caos e cheiro das pinturas, será entregar as chaves e fugir dali para fora até estar tudo pronto.

Agora lado femea em ação. 

Vais pintar a casa?

SIIIIIM

E estás feliz?

SIIIIM! Mas...

(#qualéamulherquenãotemummas)

O que eu queria meeeesmo mesmo, era aproveitar a pintura para fazer um refresh geral na decoração da minha casa... Apesar de ainda não ter ganho o euromilhões, e mesmo tento noção que terá de ser um projecto com orçamento repartido em 152695 meses, comecemos com inspirações, para já mais pequenas:

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Granit

Bolina

Bolina

 Suspiro... Bruto suspiro.

Vantagens de morar no campo (as principais)

20.04.16, Ana sem saltos

cordar de manhã, população masculina que habita lá por casa ainda dormir. 

 

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Sentar-me lá fora, lusco fusco já a fazer prever os dias compridos do verão, respirar fundo e ouvir a passarinhada desvairada aos guinchos pela manhã. Balde de café para engrenar os neurónios.

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 (confere) 

 

Esta é (apenas) uma das vantagens de morar no campo. Há mais. Tantas mais que compensam o tempo gasto em transportes:

 

1) Fonte de imunidades

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 (terraterraterraterraterraterraterraterraterra - mente de uma criança de ano e meio)

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 (cocktail de pó, areia e cenas. #vontadedeengolirestespés)

 

Não há melhor vitamina/vacina/tratamento de prevenção do que a rua. Se a rua tiver cheia de terra, pedras, bichos, paus, pinhas e pinhões ainda melhor.

Apesar de ficarem doentes, como qualquer criança, nos meus filhos é raríssimo a coisa não passar por si. E rápido. E tenho a certeza que os bichos de conta que eles engolem são responsáveis por isso.

O meu pequeno tem tido mais chatices de pulmões, resultado da tosse convulsa que apanhou com 2 meses. Mas o mais velho, babes, a primeira vez que tomou antibiótico foi com três anos e porque todos tivemos de tomar, como prevenção à tosse convulsa. 

Adoro poder chegar a casa, atirar triciolos, pás e baldes para o terraço e deixar passar o tempo até à hora do banho. Só considero missão cumprida se a àgua acabar castanha.

 

2) Saio de casa, vou trabalhar, chegou a casa ESTOU DE FÉRIAS

 

Ora sendo eu uma vaidosona do piorio, que o sou, há um hippie desgrenhado e piolhento que mora em mim. Não são poucas a vezes em que me imagino a mandar tudo ao real cocó e arrancar para bem longe de tudo. Eu, os meus homens. E uma horta. E o mar. E uma casa daquelas que agora se fazem todas bio de barro, palha e estrume.

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(menos... muito menos) 

 

Como também gosto de uma Zara, MacDonald's, sushi e cremes da cara, a opção que tomamos foi a mais acertada: suficientemente perto, e suficientemente longe.

A sensação de estar de férias (sabem aquele cheiro a mar no verão e lareira no inverno?) é algo que me acontece TODOS os dias. Aliás, o meu bronze começa bem antes da época balnear, junto à magnífica piscina que monto lá em casa normalmente logo em março (este ano são pedro resolveu adormecer em dezembro). Adoro ver todos com cor de lula e eu castanha em meados de maio. (#omeuladocabra)

 

Mas há mais. Há muito mais... Mas se calhar hoje ficamos por aqui.

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 (dias de semana - no verão, claro está - como outro qualquer) 

 

Das coisas que me inspiram #2

19.04.16, Ana sem saltos

#2) Marcação de férias


Quando digo marcar férias, não falo daquele momento em que te diriges a uma agência de viagens, abancas o rabo à frente da assistente e dizes: Escuta filha, agora faz-me feliz. Depois manda-me um mail com hora do voo.

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 (YEAH BABY, BRING ME SOME ALCOOL!!)

 

Não senhores. Até porque tenho filhos pequenos o que significa que a esperguiçadeira a cima virava prancha de saltos em 3 segundos, e eu não estaria transcendente e hidratada a beber uma caipirinha mas toda desgrenha a impedir afogamentos de dois putos alucinados (e a conta bancária, essa cabra, também não dá asos a grandes loucuras).

 

Falo daquele momento em que chegamos ao escritório, um dia como outro qualquer, engole a cafeína, bocejo, abre o Outlook e EH LÁÁÁ!! Subject: Marcação de férias.

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 (OMG! Havai, Açores, Bali, Brasil, Paris, 365 dias À MINHA ESCOLHA!!)

 

Eu adoro sonhar. Mesmo que os sonhos não sejam passíveis de serem sonhados, eu alimento-os na mesma. A possibilidade é uma sensação maravilhosa, e então é ver-me a marcar x's toda maluca no excel, porque aqui há feriado, aqui deve estar sol, aqui sabe bem, aqui....

Ok, está certo que este desvairo esgota-me os 25 dias em março. E depois eu tenho de apagar tudo, olhar para o calendário das escolas, bufar pelos dias que tenho de usar em agosto (odeio agosto), e cair na real.

Ainda assim. Estamos no início do ano, enfiados no escritório depois de uma corrida matinal para chegar a horas, chove lá fora, e podemos começar a planear o lado do bom da vida em que está sol e o out of office está ligado.

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 (É ou não é maravilhoso?...)

 

Quase posso arriscar dizer que esta parte, aquela em que sonhamos, projetamos, procuramos viagens na net, casas na costa vicentina, ligamos aos amigos para conjugar dias, sabe melhor do que o momento em si. Esta é a maravilha de se ser sonhador e criar expectativas. Vivemos à grande antes de vivermos realmente. Apesar de às vezes a realidade dar uma valente sova àquilo que projetamos...

(Tipo nas férias do ano passado. Sonhadas desde janeiro, casa marcada, compras feitas, grupo de watsup com partilhas de imagens de perceves, praias, crianças felizes a correr e um count down de fazer tremer as pernas de xitex. E no momento em que enfiamos os miúdos no carro, cuidadosa e miracolosamente carregado com cervejas, biberons, camas de viagem, peluches, biquins e cremes, o mais velho abre a goela com dores de ouvidos. Com direito a visita guiada ao hospital de Lagos. Receita de antibiótico e proibição de molhar os ouvidos. Desanimar um bocado, mas bora lá que para a frente é que é o caminho. E ser presenteada de madrugada com uma dose de vómito em jacto, num matrimónio improvável e assustador de uma otite com uma gastreoentrite...)

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 Não interessa nada, caguei nos pombos. Dêm-me motivos para sonhar. E lá vou eu...

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Wekeend's mood

18.04.16, Ana sem saltos

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(Não sei tirar selfies, fico sempre com aquela cara de quem quer fugi dali. Valha-me o meu maivelho, meu rico menino, que apanha tão bem a mãe a injetar-se de sol.)

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Na verdade as fotos retratam apenas o domingo mood.

Sábado arranquei de madrugada para uma mega sessão de dentista que começou as 9 e acabou já depois das 11. Dia inteiro com uma valente dor de cabeça, mas valente mesmo, como tivesse achado divertido pôr-me sprintar feita louca de mona de encontro a uma parede de betão.

Coisas relevantes

15.04.16, Ana sem saltos

Então o BE que alterar o nome do cartão do cidadão por não respeitar a identidade do género.enhanced-18771-1451928633-6.jpg

(Cartão de cidadania... hum, sim senhor, mas que coisa relevante.)

 

Diria eu, na mais pura ignorância no que toca a política, que haverá temas bem mais relevantes para ocupar aquelas mentes pensadoras no parlamento. Mas sei lá eu de política. Político. Politiqui. Whatever, começo verdadeiramente a invejar os ermitas, longe da sociedade e das inumeras armadilhas passíveis de ofender as mulheres, as homens, as pessoas, as cães, as tofus e as bacalhaus.

Mas eu vinha falar-vos de coisas relevantes.

Apesar da chuva que não dá tréguas, e do frio que ainda se sente, a verdade é que o verão aproxima-se, e com ele a praia e o sol. Ora eu sou A mulher do sol. Noutra vida fui lagarto, não tenho dúvidas, basta-me ver um raiozito ridículo de sol para me pôr a bater palminhas toda contente.

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 (anda sol, anda à mãe!)

 

Já a prever o que lá vem, comecei este ano a preparar a minha pele para receber a tão esperada vitamina D: hidratação diária e esfoliação uma vez por semana. 

Há que dizer que regra geral sou mandriona no que toca a cremes. Está frio, tenho pressa, e não gosto de ficar com aquela sensação escorredia dos cremes. Mas ando regrada, e, de facto, sabe bem não ter a pele a estalar tipo solo árido africano.

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Ora descobri em conversa com a manicure lá terra, uma romena divertida, despachada, e super cuidada consigo mesma, o melhor esfoliante corporal de sempre. E olhem que ando a testá-lo, é de facto uma maravilha, ficamos com a sensação de pele de bebé.

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 (ok, não tão maravilhosa quanto este refego do meu texugo mainovo. Pelo menos para já.)

 

Normalmente, de manhã, bebo café de saco. Uma vez por semana, antes do duche, levo uma mãozinha desse café já utilizado comigo para a casa de banho.

Mistura-se uma pontinha de nada com o gel de banho e voilá. Amigas. É a ma-ra-vi-lha. E caríssimo, como podem ver.

Agora é só esperar pelo sol. 

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 (#sóquenão)

 

 

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