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Saltos sem altos

Saltos sem altos

Dia do pai

19.03.19, Ana sem saltos

Talvez seja por causa deste legado imenso que me persegue, mas estou rodeada pelos melhores. 

O meu avô

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Ensinou-me a voar e a sonhar. Falou-me de beaufighters, da guerra, de esquilos e de Nossa Senhora. Rodava o meu corpo pequenino na piscina e levava-me a jogar golf quando na verdade era só um pretexo para apanhar bolas perdidas no campo. Oferecia-me chocolates fora de horas e nunca me negou um abraço (nem nada). Adormecia invariavelmente no sofá mas nunca ficava rabujento quando o acordavamos. Sabia de fé, de amor, de humildade, de história, de filosofia e de perdão como mais ninguém neste mundo irá alguma vez saber.

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O meu pai

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Minha referência em tanta coisa na vida. Único na capacidade de transformar uma coisa triste noutra extremamente cómica. Fica hirto num abraço, mas valoriza-o mais do que ninguém. É excêntrico, histérico, engraçado e justo. Adora tecnologias e tem uma verdadeira enciclopédia videográfica do nosso crescimento. Ama música e põe os filhos sempre à frente de tudo. É o meu pai, e eu tenho um imenso orgulho em ser a sua filha (que o fez pai).

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O pai dos meus filhos

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Meu companheiro, amigo e amante, minha metade melhor desde os meus 17 anos. Ensinou-me a confiar em mim mesma, para então depois poder ser esta absurda multiplicação de eus: eu mãe, eu mulher, eu pessoa no mundo. É o lado mais alegre de um lar já por si alegre. Deu-me dois filhos, e fez de mim a rainha de lá de casa. Ensinou-me que as coisas se fazem todas, desde que saibamos que um passo se dá depois do outro. O homem mais dedicado e leal aos seus. Cúmulo da honestidade e princípios. Para culminar este cokctail já por si explosivo... É  um bife do lombo. E é meu.

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