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Saltos sem altos

Saltos sem altos

Guerra aberta ao cansaço - die motherfucker!

14.04.16, Ana sem saltos

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Existe uma característica em mim que me irrita de forma furiosa (na verdade existem várias mas esta é talvez a que maior destaque merece). É ela o derradeiro cansaço.

Ora o cansaço é, evidentemente, um estado físico, mas a verdade é que a forma como a nossa mente o encara pode provocar um avanço exponencial desse estado pela nossa vida nas coisas mais básicas. No acordar. No levantar. No tomar banho. No beijar os nossos filhos. No levantar do sofá para ir buscar o telemovel.

Para isto eu, que sou A Capitã Mor de tudo o que descrevo, declarei guerra aberta ao cansaço (#valetudomenosarrancarolhos): 

 

Arma número 1) SORRI

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(claro que de férias na costa vicentina, depois de um dia de praia, pele torrada ao sol, gin a ser preparado na cozinha e salmão na grelha, sorrir é fa-cí-li-mo)

 

Ora experimentem lá. Imaginem-se num verdadeiro dia de cão: chefe à perna, mail bloqueado, noite interrompida com pesadelos, greve de comboios. Vontade de partir tudo, berrar palavrões, e, no meu caso é invariável, VONTADE DE DORMIR. É inevitável ficamos com cara de cu, por dentro e por fora. Agora experimentem, mesmo que vontade seja zero, sorrir um bocadinho.

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(ok, não é preciso exagerar)

 

É impressionante o poder da sugestão. Estamos a sorrir ao chefe quando o queremos mandar apanhar ortigas, ao senhor que não deixou fechar as portas do elevador para podermos entrar, e de repente, assim do nada, o dia já não parece tão péssimo (e a vontade que as horas passem a mil para nos enterramos no sofá exaustas também evapora. Um bocadinho.).

 

Arma número 2) Bebe água

Já vos falei aqui há uns posts atrás sobre as minhas iniciativas para (tentar) ser mais saudável. Uma delas foi começar a enfardar água à bruta. Há que dizer que, para mim, beber água é um sacríficio verdadeiro, uma cena que me custa meeeesmo. E comecei há cerca de duas semanas a beber diariamente pelo menos 1.5 l de água por dia. 

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 (já só falta UM LITRO!!!)

 

E não é que estou com mais energia? Mesmo? Já não adormeço as 21.03 e aguento até perto das 23?!... (levanto-me às 6 e sou acordada à noite, não me julguem).

Este assunto ganhou dimensão na minha cabeça quando li algures na net que um dos efeitos secundários da desidratação é a sensação de cansaço extremo. Acendeu-se a lâmpada na minha cabeça: OMG, eu não estou cansada. Estou DESIDRATADA!

Agora a sério, não substimem o poder dá água...

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(75% do nosso cérebro!? Really?! Imaginem o saara que se andava a passar na minha cabeça)

 

Arma número 3) Para de dizer que estás cansada

O poder da sugestão, como já disse no primeiro ponto, é fortíssimo. Se estamos constamente a dizer a nós próprios que estamos cansados... inevitavelmente ficamos estoirados. 

Por isso, mesmo que não durmas o que precisavas (ou metade do que precisavas), mesmo que tenhas de fazer uma maratona ao final do dia para conseguires chegar a casa ter os miúdos sem carrapatos e devidamente alimentados, mesmo que não tenhas parado um segundo o dia inteiro, NÃO DIGAS QUE ESTÁS CANSADA. 

Estou a testar este ponto em mim. E sabem, eu não estou cansada. Juro.

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(ok, ainda estou a trabalhar na convicção da coisa, mas vou lá, vão ver que vou lá!)

 

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