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Saltos sem altos

Saltos sem altos

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04.11.19, Ana sem saltos
Estava aqui mergulhada em memórias, descobri que faz hoje 9 anos que assinamos a escritura da nossa casa, eu pançuda do primeiro rebento, toda cheia de esperança, expectativa e carnes,  ainda sem saber do turbilhão que estava prestes a rebentar e a fazer-me crescer mais um bocadinho. Com isto mergulhei também nas fotografias deste fim de semana, benzadeus, sou uma sortuda de todo o tamanho. É tão engraçado ver os meus bebés virarem rapazolas, observar o companheirismo deles com o (...)

Isto de escrever

10.07.19, Ana sem saltos
A minha paixão pela escrita começou logo ali nos primórdios do a e i o u. Tive diários desde que me sei gente, onde escrevia coisas tão fabulosas como "Querido Diário, Hoje comi chocapic de manhã e era suposto ter sido eu a ficar com a caixa para ler mas a minha mana ficou de novo, fiquei tão zangada." que foram evoluindo para estados de adolescência e todo o amontoado de dúvidas que é parido nessa fase, 15 toneladas de paixões sempre não correspondidas, que me faziam sentir (...)

Escrever para não esquecer (II)

26.03.19, Ana sem saltos
_ Quando eu for quexido, e a mãe for munta velha eu vou pegar-te ao colo. _ Esquece, já te proibi de crescer. _ Nã, nã, eu vou ter XINCO ANOS. _ ACABOU A CONVERSA.  _ E depois xeis.. _ Mau... _ E depois tinta e xete... _ MANEL! _ Mas eu vou quexer.. _ XIU! ... _ Quando eu for quexido esta caja vai xer a minha cajinha. _ Qual? A nossa? _ Xim. _ Então e a mãe e o pai? _ Xei lá eu! (certo.)

Escrever para não esquecer (I)

22.03.19, Ana sem saltos
Ser mãe das criaturas mais bestiais deste universo e arredores tem muito que se lhe diga. Aquele cliché maravilhoso que diz que aprendemos muito com eles é mais do que verdade, é mote supremo de vida. Para além de todas as coisas que eles me ensinam diariamente (como sejam, não se diz palavrões, é possível aguentar 45 toneladas de areia num micromachine de 4 mm, o amor não se esgota, pelo contrário, multiplica-se feito praga, meter as mãos na terra pode ser assustador e (...)